O Apocalipse do Varejo e o fim das Lojas Físicas ameaça milhares de empregos no Brasil e no Mundo



Pesquisa internacional afirma: centenas de profissões podem ser extintas até 2030, segundo estudo. Leia este artigo até o final para descobrir o que está causando este colapso e o que fazer para se salvar.



Nos Estados Unidos já é uma realidade.

Centenas de Shoppings estão completamente abandonados.

Alguns desses shoppings dariam perfeitos cenários para qualquer filme apocalíptico.

Owings Mills Mall, Shopping abandonado em Maryland

Fotos de outras dezenas de centros comerciais abandonados podem ser vistos em um ensaio do fotógrafo mundialmente conhecido Seph Lawless.

Fotos tiradas por Seph Lawless de diversos Shoppings abandonados nos Estados Unidos


A quantidades de Shoppings fechados chegam na casa das centenas e existe até um Google Maps criado por um usuário anônimo para contabiliza-los.

Google Maps personalizado com a localização de alguns dos Shoppings abandonados nos Estados Unidos. A quantidade é assustadora.

Empreendimentos que juntos somam bilhões em investimentos, totalmente perdidos.

Mas por que isto está acontecendo?

E o mais importante:

O colapso dos grandes centros comerciais vai acontecer no Brasil também?

Antes de responder esta pergunta, precisamos entender o impacto que essa onda causaria em nosso país.

Segundo a Associação Brasileira de Shopping Centers, atualmente  mais de um milhão – 1.085.040 pra ser exato – de empregos são gerados por estes grandes centros comerciais, fora os empregos gerados indiretamente.

Felizmente esses empregos estão salvos por enquanto, porque ainda não temos notícias de grandes Shoppings abandonados no Brasil por falta de movimento.

Porém, até nas capitais já nos deparamos com galerias de lojas menores completamente vazias.

Segundo o DCI (Diário Comércio, Indústrias e Serviços) 2017 encerrou o ano com 15 mil lojas a menos que o ano anterior.

Outro sinal claro de que o Brasil está no mesmo caminho dos Estados Unidos é a enorme quantidade de instituições de ensino e outros tipos de serviços ocupando espaços que antes eram dedicados a Lojas Varejistas.

Um ótimo exemplo é este Shopping localizado em Belo Horizonte, capital mineira.

Shopping localizado em um dos bairros mais nobres de Belo Horizonte
não tem nenhuma loja cadastrada, apenas unidades de ensino.

Ao entrar no site oficial do Shopping, apesar de haver três unidades de ensino no local, você não encontra nenhuma loja cadastrada.

Quando nos deparamos com essa realidade desanimadora, começamos a vislumbrar um futuro nada promissor para as Lojas Físicas e o comércio varejista no geral.

Ou seja…

É eminente a possibilidade dos primeiros grandes shoppings brasileiros repetirem o cenário americano e causarem a demissões em massa.

Se você trabalha no comércio ou conhece alguém que trabalha, fica o alerta:

Centenas de profissões nesse setor estão com os dias contados.

São fortes os indícios de que o comércio varejista está sofrendo uma grande transformação.

Ano após ano as vendas das Loja Físicas no Brasil encolhem num ritmo assustador.

Em Dezembro de 2018, no mês que historicamente o varejo sempre vendeu muito bem por causa do Natal, as Lojas Físicas tiverem o primeiro resultado negativo em décadas.


Segundo a Exame, as vendas no mês do Natal em 2018
ficaram negativas em 2,2% em relação o mês anterior

Mas o estranho é que, apesar de cada vez mais  lojas físicas entregarem os pontos (nos dois sentidos), a economia no geral não está sendo afetada.

O dinheiro que nós gastávamos em Shoppings e centros comerciais continua circulando – ele não sumiu ou está sendo economizado – simplesmente está  trocando de mãos e migrando para outro lugar.

Mas pra onde todo esse dinheiro está indo?

Segundo o IBGE já somos mais de 126 milhões de brasileiros com acesso a internet, 70% da população do país, um aumento expressivo em relação aos anos anteriores.

Junto com este crescimento, compras que antes era realizadas em lojas físicas estão migrando gradativamente para lojas na internet.

No caminho inverso das lojas físicas, as Lojas Virtuais apresentaram um resultado muito melhor no mesmo período do Natal de 2018.

Ao contrário das lojas físicas em declínio, o Comércio Eletrônico vai de vento em popa.

Cada vez mais brasileiros substituem suas compras em lojas tradicionais por compras em Lojas Virtuais.

Em 2018 as transações no Mercado Livre – maior plataforma de compra e venda através da internet no Brasil –  somaram R$ 40 bilhões em volume total.

Em entrevista para a  para a Isto É Dinheiro, o co-fundador do Mercado Livre Stelleo Tolda afirmou que a plataforma cresceu incríveis 60% ao ano, taxa muito maior que qualquer empresa de outros setores.

A sede brasileira do Mercado Livre localizada em Osasco, SP, tem absurdos 33.000 metros quadrados.

Melicidade, a sede brasileira do Mercado Livre, em Osasco – SP

Esta sede monumental do Mercado Livre é maior do que muitos dos shoppings abandonados citados no começo deste artigo.

Seguindo o mesmo caminho, empresas globais como Amazon e a Alibaba estão entre as maiores empresas do mundo – ambas 100% focadas no comércio eletrônico.

E é aqui, no meio dessa revolução do mercado que eu e você entramos.

Precisamos ficar atentos a essa mudança por dois motivos:

Primeiro, porque o varejo como conhecemos pode acabar, causando a extinção de  milhares de profissões relacionadas ao comércio tradicional.

Da mesma forma que o computador acabou com profissões como datilógrafos, o comércio eletrônico está em vias de tornar obsoletas profissões como Vendedores e Gerentes de Lojas Físicas.

Estudos apontam que este cenário pode se concretizar nos próximos 2 anos a 7 anos.

Não dá pra saber com exatidão, mas é certo e irá acontecer cedo ou tarde – da mesma forma que está acontecendo agora nos Estados Unidos e outros países desenvolvidos.

O segundo motivo para ficarmos atentos a essa mudança são as oportunidades que estão surgindo com ela.

Na mesma velocidade em que as vagas no Varejo estão desacelerando, as vagas de empregos em empresas de Comércio Eletrônico explodiram.

O próprio Mercado Livre está com centenas de vagas em aberto neste exato momento, mas faltam pessoas capacitadas para preencher estas vagas.

Se você não quer ficar pra trás e deseja ficar totalmente por dentro dessas mudanças e se preparar para o pior, eu tenho um sugestão bem direta:

Esqueça cursos e faculdades para se capacitar neste setor.

As mudanças são rápidas demais para as instituições regulares de ensino acompanharem.

É unanimidade entre empreendedores de sucesso e profissionais da área, que atualmente o melhor meio de capacitação em Comércio Eletrônico é aprender diretamente com quem está trabalhando e empreendendo na área!

TRABALHAR VS EMPRENDER

Este novo mercado é uma oportunidade não apenas para quem deseja trabalhar numa área em plena ascenção, mas também pra quem tem o sonho de ABRIR UMA EMPRESA.

EU SOU PROVA DISSO.

Já trabalhei como caixa de supermercado e hoje tenho minha própria Loja na Internet.

Poucas pessoas sabem dessa oportunidade, portanto, a concorrência ainda é baixíssima.

Não sei até quando essa facilidade vai durar, mas hoje a baixa barreira de entrada para empreendedores neste ramo criou um terreno fértil.

Pessoas comuns, como eu e você podemos abrir nosso própria Loja na Internet com um investimento próximo a ZERO.

Sei que é difícil acreditar, eu também não acreditaria se me contassem isso quando eu era caixa de supermercado!

Mas essa pode ser a oportunidade que você estava esperando…

Neste vídeo, vou contar como larguei a vida de caixa de supermercado para me tornar dono do meu próprio negócio e refazer a minha vida:

Você também vai aprender um método que a Polishop quer esconder dos novos empreendedores nesta área e como eu descobri e usei essa estratégia para vender mais do que todos meus concorrentes somados.

E funciona mesmo se você não tem familiaridade com tecnologia ou não tem dinheiro para montar um estoque.

Mas como eu disse antes, não sei até quando estará fácil – e praticamente de graça – abrir uma empresa neste ramo.

Clique aqui e veja o vídeo agora…

Um abraço e até a próxima página!

Continuar →



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